Os princípios IHC e a origem da UX/the IHC principles and the origin of UX

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         Oi, fiz este artigo relativamente grande, por isso vai ser postado  a cada 15 dias, tempo que vou terminando cada capitulo. Por favor caso, você goste do trabalho, faça uma doação para comprar ração do gato, um celular, uma câmera. Desde já fico grata 

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                                                           Autora: Rose C. Santos

                                                         SUMÁRIO

 

1.     TRODUÇÃO

2.      OS ANTECEDENTES HISTÓRICOS  DA  UX

3.      OS PRINCÍPIOS IHC E A ORIGEM DA UX

4.      CONSIDERAÇÕES SOBRE A USABILIDADE E A EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO

5.      A EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO UMA INOVAÇÃO IHC

6.      CONSIDERAÇÕES FINAIS

7.      REFERÂNCIAS

 

1.                  OS PRINCÍPIOS IHC E A ORIGEM DA UX

Os princípios de uma área ou uma disciplina são caminhos, diretrizes necessários para seguir, construir, alimentar e renovar o fazer e o saber do campo de estudo, de área técnica ou de profissões. Eles são os firmamentos primários e condutores, principalmente de construção, criação e prática, como ser constatado pelo os princípios que regem a IHC:

O princípio da Usabilidade: segundo qual a produção em ciência computação tem oferta para o usuário um sistema interativo e interface gráfica simples, fácil, funcional e custo acessível, além de cumprir sua função primária;

O [1]princípio da comunicabilidade: diz respeito a articulação estratégica e disposição visual e gráfica dos elementos e dos objetos na interface interativa, além de ponto de controle de atividade para dá suporte ao usuário;

O princípio de acessibilidade: segundo qual o sistema interativo e interface têm que promover e garantir a todos os usuários o acesso irrestrito aos dos dispostos, produtos ou serviços, inclusive as pessoas com deficiência;

O princípio da experiência do usuário: diz respeito a qualidade do sistema interativo e da interface oferecer, promover e provocar no usuário uma cadeia de subjetividade tais como: alegria, satisfação, diversão, prazer, lembrança dentre outra carga emocional positiva.

Neste sentido, tais princípios somam-se a série de teorias e de práticas interdisciplinares formando um arvore de conhecimento: formal, prática, informação, requisitos técnico, princípios, procedimento, método e metodologia e dentre elas estão a Usabilidade e o Design de interface, sim, aquelas duas materiais ou subdisciplina da IHC, que nas palavras de Don Norma já não expressavam ou espelhavam as suas atividades diárias como produtor e criador de design.

E por que não atendia mais? Não fique achando você que foi em razão do esvaziamento no sentido negativo do princípio da Usabilidade, mas de superação deste uma vez que os estudos nesse tema avançaram tanto ou suficiente para que ele próprio, abrisse o caminho para outras necessidades do usuários de ordem mais abstrata.

Assim, ambos, Usabilidade e UX, têm mesmo peso em termo de significado e importância no processo de criação de TIC, tanto é assim, que não há possibilidade construção de um aplicativo ou hardware sem aplicar o princípio da Usabilidade.

logo, o que houver não foi uma obsolescência para o descarte ou escanteio do princípio da Usabilidade, mas ampliação do conceito de uso para tender os requisitos subjetivos das pessoas, ou seja, uso comporta dos conceitos em paralelo: Usabilidade e Experiência do usuário 

 Neste sentido, como cientista do campo da Ciência da computação Don Norman  captou e dilapidou essa necessidade, que já estava latente nele e isso criou as condições para que ele a materializasse por meio do termo UX. 

Portanto, ao cunhar o termo UX Don Norman abre o caminho para constrição novos saberes e princípios da IHC, dando uma enorme contribuição para toda essa área de conhecimento, como tão bem fazem os cientistas, criam ou dilapidam o mundo para que nós reles mortais possamos usufruir dele da melhor forma possível, confira a arvore de conhecimento da família UX na figura abaixo  


[1] Princípio. O que constitui a matéria. O que entra na composição de algo. = COMPONENTE. Frase que exprime uma conduta ou um tipo de comportamento. = LEI, MÁXIMA, SENTENÇA. Aquilo que regula o comportamento ou a ação de alguém; preceito moral. = LEI, NORMA, REGRA. Frase ou raciocínio que é base de uma arte, de uma ciência ou de uma teoria. (..)"princípio", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/princ%C3%ADpio [consultado em 22-03-2021].

                                                  


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Em suma, até aqui, em resposta à pergunta: qual a origem histórica da UX? É possível tirar as seguintes afirmativas: primeira que a UX faz parte da área Ciência da computação; segunda que Ciência da computação tem uma disciplina chamada interação humana computador que reúne diversas subdisciplinas dentre ela a UX. 

Terceiro dentro do processo ou uma cadeia de produção a UX não um fato, mas consequência desse, dito de outra forma, a UX tem como fato a interação humana computador, especificamente o design de interação, na criação de  serviços e produtos, ela por sua vez representa e expressa  a efetividade em termo abstrato como resultante desse  processo.


Uma observação a respeito do processo de ensino da disciplina interação humana, na universidade, a UX fecha o círculo em matéria de educação, pois, é uma das poucas subdisciplinas que estão no final do semestre, a parte prática da pesquisa do usuário.  

Por outro lado, na produção de mercado de TIC a UX abre círculo, portanto, fazendo parte do início do processo justamente por causa da proposta de colocar as necessidades dos usuários centrada na criação de produtos e de serviços, logo por via diferentes a UX como saber técnico e formação educacional é círculo continuo e complementar  

 Sendo assim, a UX é “filha legítima” da disciplina interação humana computador, que foi cunhado não para excluir e nem para invisibilizar o princípio de usabilidade como pode ser observado no capítulo seguinte.

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                                                           Autora: Rose C. Santos

Referências 

 PREECE, J.; ROGERS; Y.; SHARP, H. Interaction Design: Beyond Human-Computer Interaction. New York: John Wiley & Sons, Inc., 2002. 551p.

PREECE, J.; ROGERS; Y.; SHARP, H. Interaction Design: Beyond Human-Computer Interaction. New York: John Wiley & Sons, Inc., 2015. 584p.

BOWSER, Anne; Churchill, Elizabeth; PREECE Jennifer. Desenvolvendo um Currículo Vivo de HCI para Apoiar uma Comunidade Global: Proposta de Workshop CHI 2014. Disponível:< https://sigchi.org/wp-content/uploads/2017/01/Education_abstract.pdf >. Acessado em: 13.mar.2021

CAPELA et al. O CAMINHO PERCORRIDO PELA INTERFACE HOMEM COMPUTADOR DESDE A CRIAÇÃO DOS PRIMEIROS COMPUTADORES. SIUNI-UEG - Goianésia – Goiás – Brasil 24 e 25 de agosto de 2018. Disponível em:< https://www.anais.ueg.br/index.php/siuniueg/article/view/11484/8651>. Acessado em: 13/03/2021

FERNANDO, Gildásio Guedes. Avaliação de interface humana computador: pratica em ambiente virtual. Disponível:< https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/206198/2/Livro%20-%20IHC%20-%20Interface%20Humano%20Computador.pdf>. Acessado em: 03/ 03/2021

ACM SIGCHI Human-Computer Interaction: ACM Special Interest Group on Computer-Human Interaction Curriculum Development Group. Disponível em:< https://dl.acm.org/doi/book/10.1145/2594128>. Acessado em: 03/20/2021

SETZER, Valdemar W.  Dado, Informação, Conhecimento e Competência. Setzer, V.W. Os Meios Eletrônicos e a Educação: Uma Visão alternativa. São Paulo: Editora Escrituras, Coleção Ensaios Transversais Vol. 10, 2001.). Disponível em:< https://www.ime.usp.br/~vwsetzer/dado-info.html>. Acessado em: 20/03/2021

  NORMAN, Don. Don Norman sobre o termo "UX". Disponível em< https://www.nngroup.com/videos/don-norman-term-ux/>. Acessado em;25/03/2021

Tecmundo. Das toneladas aos microchips: a evolução dos computadores. Disponível em< https://www.tecmundo.com.br/infografico/9421-a-evolucao-dos-computadores.htm>. Acessado em: 25/03/2021

REBELO, Irla.  User experience and HCI expert. Disponível em:< https://irlabr.wordpress.com/apostila-de-ihc/parte-1-ihc-na-pratica/introducao-a-interacao-entre-homem-e-computador-ihc/>. A cessado em: 23/03/2021

SIGNIFICADO,2011-2021. In: Significado de Interface. Disponível em:< https://www.significados.com.br/interface/>. Acessado em: 26/03/2021

HESKETH, José Luiz; COSTA, Maria T. P. M. Construção de um instrumento para medida de satisfação no trabalho. Rev. Adm. Emp., Rio de Janeiro, 20(3): 59-68, jul./ set. 1980. Disponível em:< https://www.scielo.br/pdf/rae/v20n3/v20n3a05>. Acessado em: 04/04/2021

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GRUDIN, Jonathan. THE COMPUTER REACHES OUT:THE HISTORICAL CONTINUITY OF INTERFACE DESIGN. Disponível em:< https://www.microsoft.com/en-us/research/wp-content/uploads/2017/01/the-computer-reaches-out.pdf>. Acessado: 0604/2021

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Significado de Interface. In significado. Disponível em:< https://www.significados.com.br/interface/#:~:text=O%20que%20%C3%A9%20Interface%3A&text=A%20interface%20entre%20o%20software,desempenhar%20suas%20tarefas%20no%20software.>. Acessado em: 07/04/2021

BARBOSA Simone Diniz Junqueira, SILVA Bruno Santana da. Interação humana-computador. Prévia da Edição dos Autores, 2ª edição (versão 0.1). Rio de Janeiro.2017;

 


[1] Princípio. O que constitui a matéria. O que entra na composição de algo. = COMPONENTE. Frase que exprime uma conduta ou um tipo de comportamento. = LEI, MÁXIMA, SENTENÇA. Aquilo que regula o comportamento ou a ação de alguém; preceito moral. = LEI, NORMA, REGRA. Frase ou raciocínio que é base de uma arte, de uma ciência ou de uma teoria. (..)"princípio", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/princ%C3%ADpio [consultado em 22-03-2021].

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