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SUMÁRIO
2. OS ANTECEDENTES HISTÓRICOS DA UX
3. OS PRINCÍPIOS IHC E A ORIGEM DA UX
4. CONSIDERAÇÕES SOBRE A USABILIDADE E A EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO
5. A EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO UMA INOVAÇÃO IHC
1. OS PRINCÍPIOS IHC E A ORIGEM DA UX
Os princípios de uma área ou uma disciplina são
caminhos, diretrizes necessários para seguir, construir, alimentar e renovar
o fazer e o saber do campo de estudo, de área técnica ou de profissões. Eles
são os firmamentos primários e condutores, principalmente de construção, criação
e prática, como ser constatado pelo os princípios que regem a IHC:
O princípio
da Usabilidade: segundo qual a produção em ciência computação tem oferta
para o usuário um sistema interativo e interface gráfica simples, fácil,
funcional e custo acessível, além de cumprir sua função primária;
O [1]princípio da comunicabilidade:
diz respeito a articulação estratégica e disposição visual e gráfica dos
elementos e dos objetos na interface interativa, além de ponto de controle de
atividade para dá suporte ao usuário;
O
princípio de acessibilidade: segundo qual o sistema
interativo e interface têm que promover e garantir a todos os usuários o acesso
irrestrito aos dos dispostos, produtos ou serviços, inclusive as pessoas com
deficiência;
O
princípio da experiência do usuário: diz respeito a qualidade do sistema interativo e da interface oferecer,
promover e provocar no usuário uma cadeia de subjetividade tais como: alegria,
satisfação, diversão, prazer, lembrança dentre outra carga emocional positiva.
Neste sentido, tais princípios somam-se a
série de teorias e de práticas interdisciplinares formando um arvore de conhecimento:
formal, prática, informação, requisitos técnico, princípios, procedimento,
método e metodologia e dentre elas estão a Usabilidade e o Design de interface,
sim, aquelas duas materiais ou subdisciplina da IHC, que nas palavras de Don
Norma já não expressavam ou espelhavam as suas atividades diárias como produtor
e criador de design.
E por que não atendia mais? Não fique achando
você que foi em razão do esvaziamento no sentido negativo do princípio da Usabilidade,
mas de superação deste uma vez que os estudos nesse tema avançaram tanto ou
suficiente para que ele próprio, abrisse o caminho para outras necessidades do
usuários de ordem mais abstrata.
Assim, ambos, Usabilidade e UX, têm mesmo peso em termo de significado e importância no processo de criação de TIC, tanto é assim, que não há possibilidade construção de um aplicativo ou hardware sem aplicar o princípio da Usabilidade.
logo, o que houver não foi uma obsolescência para o descarte ou escanteio do princípio da Usabilidade, mas ampliação do conceito de uso para tender os requisitos subjetivos das pessoas, ou seja, uso comporta dos conceitos em paralelo: Usabilidade e Experiência do usuário
Neste sentido, como cientista do campo da Ciência da computação Don Norman captou e dilapidou essa necessidade, que já estava latente nele e isso criou as condições para que ele a materializasse por meio do termo UX.
Portanto, ao cunhar o termo UX Don Norman abre o caminho para constrição novos saberes e princípios da IHC, dando uma enorme contribuição para toda essa área de conhecimento, como tão bem fazem os cientistas, criam ou dilapidam o mundo para que nós reles mortais possamos usufruir dele da melhor forma possível, confira a arvore de conhecimento da família UX na figura abaixo
[1] Princípio. O que constitui a
matéria. O que entra na composição de algo. = COMPONENTE. Frase que exprime uma
conduta ou um tipo de comportamento. = LEI, MÁXIMA, SENTENÇA. Aquilo que regula
o comportamento ou a ação de alguém; preceito moral. = LEI, NORMA, REGRA. Frase
ou raciocínio que é base de uma arte, de uma ciência ou de uma teoria. (..)"princípio",
in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021,
https://dicionario.priberam.org/princ%C3%ADpio [consultado em 22-03-2021].
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Em suma, até aqui, em resposta à pergunta: qual a origem histórica da UX? É possível tirar as seguintes afirmativas: primeira que a UX faz parte da área Ciência da computação; segunda que Ciência da computação tem uma disciplina chamada interação humana computador que reúne diversas subdisciplinas dentre ela a UX.
Terceiro dentro do processo ou uma cadeia de produção a UX não um fato, mas consequência desse, dito de outra forma, a UX tem como fato a interação humana computador, especificamente o design de interação, na criação de serviços e produtos, ela por sua vez representa e expressa a efetividade em termo abstrato como resultante desse processo.
Uma observação a respeito do processo de ensino da disciplina interação humana, na universidade, a UX fecha o círculo em matéria de educação, pois, é uma das poucas subdisciplinas que estão no final do semestre, a parte prática da pesquisa do usuário.
Por
outro lado, na produção de mercado de TIC a UX abre círculo, portanto, fazendo
parte do início do processo justamente por causa da proposta de colocar as
necessidades dos usuários centrada na criação de produtos e de serviços, logo
por via diferentes a UX como saber técnico e formação educacional é círculo continuo
e complementar
Sendo assim, a UX é “filha legítima” da disciplina interação humana computador, que foi cunhado não para excluir e nem para invisibilizar o princípio de usabilidade como pode ser observado no capítulo seguinte.
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Referências
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[1] Princípio. O que constitui a
matéria. O que entra na composição de algo. = COMPONENTE. Frase que exprime uma
conduta ou um tipo de comportamento. = LEI, MÁXIMA, SENTENÇA. Aquilo que regula
o comportamento ou a ação de alguém; preceito moral. = LEI, NORMA, REGRA. Frase
ou raciocínio que é base de uma arte, de uma ciência ou de uma teoria. (..)"princípio",
in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021,
https://dicionario.priberam.org/princ%C3%ADpio [consultado em 22-03-2021].



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